21.9.11

O Governo não cria empregos



No debate sobre a criação de empregos e qual a melhor maneira de persegui-la como alvo político, um ponto é esquecido: governo não cria empregos. Governo apenas retira recursos de um uso para aplicá-lo em outro, o que não gera novos empregos.

18.9.11

Defendendo o indefensável


Análise interessante de Radley Balko sobre a lei seca. Segundo ele, a punição não deveria ser focada no ato de beber e dirigir, mas sim na direção perigosa. Já que há outras situações não passíveis de mensuração que comprometem a habilidade de dirigir, como privação de sono, drogas para insônia e entorpecentes, a polícia deveria estar atenta ao comportamento do motorista nas ruas em fiscalizações dinâmicas para encontrar aqueles em direção perigosa, em vez de permanecerem estáticos aferindo teor alcoólico com o bafômetro.

As mulheres ganham menos que os homens?



Outra análise interessante do Prof. Steve Horwitz. Vale a pena conferir

Revista abusiva nos aeroportos americanos



"Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança". (Benjamin Franklin)

15.4.11

Programa do Jonh Stossel na Fox Business sobre Atlas Shrugged

Hoje estreia a primeira parte do filme Atlas Shrugged, baseado na obra-prima homônima de Ayn Rand. Em deferência a esse dia especial, publico o programa do John Stossel sobre o livro.





13.4.11

E o capitalismo?

Trecho das páginas 330 e 331 do livro História do Brasil com Empreendedores, de Jorge Caldeira:

"Mais uma vez, a ação estatal no sistema de crédito não levava o Brasil na direção do capitalismo. O atraso, derivado da proteção estatal ao capital comercial, foi se tornando cada vez mais agudo - e ganhando outra natureza. Num tempo de crescimento geral, o país praticava uma política recessiva, algo que nem mesmo nos tempos do mercantilismo fizeram as nações agora capitalistas."(...)

"O sistema de crédito brasileiro, no novo padrão de comparação, se aproximava rapidamente da condição de fóssil vivo, com sua função de mantenedor do capital comercial por proteção estatal."(...) 

"A política de juros altos, feita de modo deliberado pelo governo, teve o sentido inequívoco de favorecer o lado da propriedade inerte do capital e prejudicar aqueles que colocavam o capital em ação. Em outras palavras, favoreceu os usurários em prejuízo deliberado de empreendedores e empresários - agora já querendo se tornar capitalistas. E assim tornava maior o fosso que se abria entre a economia brasileira e as nações capitalistas.

Enquanto na Inglaterra aumentava o ritmo da exploração dos trabalhadores industriais e nos Estados Unidos, mal saídos da escravidão, multiplicava-se a riqueza daqueles que se metiam em "especulações", a política local de juros altos fazia "sucesso", e o Brasil ficava a salvo do perigo capitalista. No norte, os mais ricos de todos, por causa de suas manobras sórdidas, acabaram apelidados de robber barons. No Brasil, produziam-se barões de café - e pensadores corporativos para saudar o governo que conduzia a prudente obra de impedir o capitalismo.
 
Assim, embora sobrevivendo, a figura do empreendedor foi empurrada para um papel secundário pela história. No lugar de vencer as barreiras creditícias e fundar um capitalismo, manteve-se o caráter apenas mercantil da acumulação de capital - e toda a sociedade brasileira, ligada na rede dos adiantamentos não monetários do capital comercial, foi se tornando cada vez mais pobre em relação aos habitantes dos países capitalistas."